– Estou cheio de rugas! – grita ele a partir da casa de banho.
– Não tens rugas nenhumas – digo eu.
– Olha, olha para mim. – e começa a gemer – Como é que eu posso ter tantas rugas? Oh, estou a ficar velho!
– Não tens rugas nenhumas – repito eu.
– Nunca mais faço cara mau! – e vira-me costas, cabeça baixa, com um valente suspiro.

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