A veia poética do rapaz voltou a fazer das suas. E nem os temas mais mundanos escapam. Desta vez foi uma ode à água com gás, algo que, a bem da verdade, o rapaz ainda não experimentou (que eu saiba).
Esta foi a frase que eu encontrei, numa folha amarfanhada que ele insistia em esconder.

“Água com gás, és a água dos meus sonhos, fazes-me maravilhas. Os arrotos dão-me alegria.”

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