Durante algum tempo, o “ainda sou uma criança” serviu de desculpa para tudo.
Se o mandava arrumar as coisas, dizia-me: “não é justo, eu ainda sou uma criança”. Quando lhe pedia para fazer os trabalhos de casa, reforçava: “mas eu ainda sou uma criança”. E por aí fora.
Não foi preciso muito tempo para perceber que o seu mantra não resultava tal como gostaria, pelo que o decidiu trocar por outro: “é viver e aprender”.

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