Todos os anos, são tantas, mas tantas as crianças que escrevem cartas ao Pai Natal, que a conta deve ser difícil de fazer. E se muitas ficam sem respostas, o mesmo não acontece com aquelas que são enviadas via CTT. Nós também já o fizemos uma vez, quando o G. ainda acreditava no Pai Natal (e, aqui, posso acrescentar que é com uma grande pena minha que ele já não acredita). E a alegria ao abrir a caixa do correio e nela encontrar a resposta do Pai Natal é indescritível. Só tive pena de não ter conseguido registar esse momento.

Este ano, os CTT esperam cerca de 170 mil cartas, as únicas que não precisam de selo para serem aceites pelos correios. Mas há mais. Há um Pai Natal Solidário, que deposita em algumas Lojas CTT de todo o País cartas escritas e desenhadas por crianças desfavorecidas à guarda ou acompanhadas por Instituições Particulares de Solidariedade Social, com pedidos de presentes que poderão ser oferecidos e apadrinhados por qualquer um de nós.

E é este Pai Natal, o Solidário, a quem cabe garantir que a magia do Natal chega a todas as crianças, mesmo aquelas que menos têm. Por isso, os CTT pediram a 2300 crianças até 12 anos de 54 instituições de solidariedade, de Norte a Sul do País (o número ainda está a crescer), que escrevessem as suas cartas ao Pai Natal.

Elas estão publicadas na Internet, em www.painatalsolidario.pt e numa seleção de 30 lojas CTT de Portugal continental e ilhas, onde qualquer pessoa pode apadrinhá-las, oferecendo à criança o presente pedido. Basta entregá-lo nos CTT, que o entregarão gratuitamente e mantendo o anonimato das crianças e dos padrinhos.

 

 

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