Depois de mais uma tentativa para limpar o carro, descobri (e isto tudo no banco onde o meu filho se senta):
– restos de bolachas e de uma qualquer outra coisa, colada ao banco, que não identifiquei (ou desejo identificar);
– berlindes;
– garrafas vazias;
– mais restos de comida;
– um gorro;
– uma toalha de praia (não, não sei o que ela fazia ali);
– um lápis partido ao meio;
– uma embalagem de iogurte (felizmente vazia);
E cheguei a duas conclusões (isto para além de que o carro parecia um caixote do lixo): a 1ª é que bastará uma viagem para voltar tudo ao estado de sujidade anterior. A 2ª é que podia ter uma família de roedores a viver no carro, que esta seria muito feliz (e bem alimentada).

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