Já confessei (e mais do que uma vez) que sou uma mãe galinha. Tenho consciência que assim é e gostava de ser menos, mas ainda não descobri como é que se consegue tal proeza. Era daquelas que, quando o G. era bebé, tinha uma constante necessidade de me certificar que tudo estava bem quando ele estava a dormir. E o baby monitor, que dava som (na altura não encontrei daqueles com imagem, caso contrário a escolha teria recaído num desses), não era suficiente para o fazer. Por isso, é sem vergonha que admito que ia muitas vezes para junto dele e que o abanava para me certificar que estava a respirar. Acho que não fui a única (quero acreditar que há outras maluquinhas como eu), mas hoje, 9 anos passados após o nascimento do rapaz, sou incapaz de me deitar sem fazer o mesmo.

Foi por isso que o Raybaby me chamou a atenção. É um baby monitor, que até se parece como um, com uma câmara que deteta os movimentos do bebé e transmite o que se passa para uma ‘app’ nos smartphone dos pais. Mas mais do que isso – e esta é a parte que me fascina -, usa uma tecnologia que funciona à semelhança dois ultrassons e, no raio de cinco metros, consegue detetar até os movimentos mais pequenos (menos de um milímetro), ou seja, deteta o respirar. E com uma eficácia de 98,3%.

É caso para perguntar: onde tens estado tu, Raybaby, nestes nove anos da minha vida?

 

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